Estou vendendo este blog por R$500,00 porque não tenho tempo para ficar o atualizando. Quem quiser é só me contatar pelo e-mail sandrorlm@hotmail.com !
PS: O preço parece meio alto mais não é na verdade eu acho até barato, porque eu demorei e muito para organizar este blog pra ficar do jeito que está agora e também demorei muito pra postar todos os filmes e jogos que ele tem, e também quem quiser é só me falar que eu mudo as configurações para que , por exemplo, o e-mail de contato vá para você comprador e não pra mim! Isso é só um lance inicial o preço pode mudar!
OBRIGADO E VOLTE SEMPRE!!!!!!!!!!
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Algumas pessoas estão dizendo que tem que cadastrar o celular para baixar, mas não precisa, é porque o Google colocou isso em meus links fazendo com que apareça os anúncios, mas tem dia que é só clicar no link que funciona e não precisa de cadastrar e nem burlar nada!
Bom Vamos então:
Para fazer downloads deste blog espere os 5 segundos anunciados. Se aparecer anúncio de que tem que cadastrar o celular, selecione o link (arrastar o mouse sobre o link ao mesmo tempo em que aperta o botão esquerdo) aperte Ctrl + c e depois, na barra de url do google, Ctrl + v e aperte enter.
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Hoje quero fazer um pedido especial:
preciso da ajuda de vocês para votar em meu blog para o Prêmio Top
Blog 2012 que é “um sistema de incentivo cultural destinado a reconhecer
e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (júri acadêmico) os
blogs brasileiros mais populares, que possuam a maior parte do seu
conteúdo focado no público brasileiro”.
Mas não sabe como votar no Everydownloads?
1-Basta olhar do lado direito do blog e clicar no TOP BLOG 2012.
2-Você será direcionado ao site e poderá votar de uma
única vez pelo Facebook, Twitter e email.
3-Depois que você votar pelo Facebook (se for pelo Facebook) você será redirecionado para uma página onde deverá clicar em "Ir para o aplicativo"!
Facinho, né?!
Espero que votem, pois so posso chegar longe nisso, se vocês, leitores de meu blog, votarem.
Obrigado!!!!
John Carter Entre Dois Mundos
A história de John Carter no cinema é tão longa quanto infrutífera. As primeiras tentativas de levá-lo às telas dizem datar da década de 1930, mesma época em que Walt Disney estreou o primeiro longa-metragem animado,Branca de Neve e os Sete Anões. Mais recentemente, o projeto passou pelas mãos de Robert Rodriguez (Sin City) e até Jon Favreau (antes de Homem de Ferro).
Em 2007, a Disney aproveitou o desleixo da Paramount, que tinha os direitos sobre a obra, mas não o produziu, e anunciou John Carter - Entre Dois Mundos (John Carter, 2012), o primeiro longa-metragem da Pixar estrelado por atores, em vez da já tradicional computação gráfica que tornou tão famoso e premiado o estúdio de animação. Com o brilhante currículo da Pixar e a presença de Andrew Stanton (Wall-E, Procurando Nemo) na direção, o projeto parecia não ter como dar errado. Mas no meio do caminho vieram Fúria de Titãs (2010) e Conan - O Bárbaro (2011), dois filmes também ambientados em universos fantásticos, com homens de sunguinha de couro, espadas e efeitos especiais - que ora falharam feio, ora simplesmente não empolgavam. E, vale dizer, as primeiras imagens e os vídeos que foram criados para promover John Carterseguiam a mesma linha. Tínhamos lá um herói sarado de cabelos ao vento, muita bravata, monstros gigantescos de pixels e pouca história.
Tão Forte Tão Perto
Adaptação falha ao tirar da obra de
Jonathan Safran Foer suas maiores qualidades
O livro, afinal, tem como diferencial não a história em si, mas a maneira como ele emprega recursos que são possíveis apenas através de um meio gráfico, de insights de diagramação, para narrá-la. São fotos, gráficos, anotações, códigos numéricos, páginas em branco e outros recursos visuais que enriquecem a narrativa e a fortalecem. Como esperado, no cinema, ainda mais nas mãos de Stephen Daldry, cineasta competente, mas que não é dado a inovações, essas ideias acabam desperdiçadas em cenas que registram de maneira simplista o livro de recortes e os sistemas criados pelo garoto. Não há uma busca por maneiras de adequar a linguagem cinematográfica ao pensamento do menino.
Na história, Oskar Shell (Thomas Horn), um garoto excepcional, mas genial, precisa lidar com a perda do pai (Tom Hanks), uma das vítimas do 11 de setembro. Ao encontrar uma chave em um envelope no closet do pai, ele se lança em uma busca através dos cinco distritos de Nova York pela fechadura que a descoberta abre - que potencialmente contém a última mensagem do falecido.
12 HORAS
O que fazer para provar um fato que ocorreu com você e ninguém acredita? Dirigido pelo pernambucano Heitor Dhalia, 12 Horas, é um suspense que narra a saga de Jill (Amanda Seyfried de “A Garota da Capa Vermelha”), personagem assustada (com um pé na paranoia) que luta Jiu-Jitsu e anda armada por conta de um passado traumático que envolve um serial killer que nunca foi descoberto.
Na história, conhecemos duas irmãs, Jill e Molly (Seyfried e Emily Wickersham de “Eu Sou Número 4″) que vivem em uma casa repleta de trancas. Uma delas é viciada em estudo (Molly), a outra é garçonete em um bar na cidade e no passado fora presa por um sequestrador num buraco (literalmente falando), sendo alimentada com comida de gato. Quando Molly desaparece, Jill está convencida de que o sequestrador é o mesmo que a raptou há alguns anos, e decide capturar o sujeito, contando mentiras e mais mentiras para todos ao seu redor, no intuito de conseguir informações que a coloquem na trilha do criminoso.
O início é caracterizado por um climão tenso, imposto pelas imagens, ações dos personagens e música características de um thriller; méritos para Dhalia. Mas, conforme a fita anda, somos conduzidos a um jogo (que parece a princípio ser psicológico) de gato e rato onde as peças demoram para se encaixar. O roteiro torna-se desarmônico e os diálogos soam despropositais, momentos que deveriam ser tensos acabam gerando risos involuntários.
A PERSEGUIÇÃO
Humanos, lobos e as coisas complicadas da vida
Baseado no conto Ghost Walker, por Ian MacKenzie (que também co-escreveu o roteiro, juntamente do diretor Joe Carnahan), “A Perseguição” (“The Grey”, 2011) é um filme tenso que fala sobre assuntos complexos, dos quais é difícil tratar sem ser necessariamente duro, cru e até cruel.
Ottway (Liam Neeson) trabalha para uma empresa petroleira em um lugar inóspito do Alasca, caçando lobos para garantir a segurança de seus companheiros. Sua vida é triste, com pouco significado, passando seus dias a lamentar um amor perdido. Tudo muda quando, durante um transporte dos trabalhadores, o avião que levava o grupo cai no meio de um campo nevado isolado da civilização. Ottway sobrevive e passa a liderar os outros 6 sobreviventes conforme tentam retornar para a segurança. Mas mais do que o frio, a falta de suprimentos, os ferimentos ou o isolamento, o grupo tem que lutar pela própria sobrevivência ao descobrir que estão dentro do território de um grupo de lobos cinzentos, que pretende caça-los um a um.
Em clima de sobrevivência, o filme desde cedo captura o público pela tensão. Começando pela violenta cena do acidente, passamos a um momento verdadeiramente comovente quando, mesmo após já terem encontrado diversos mortos, os sobreviventes precisam encarar o sofrimento da partida literalmente nos olhos pela primeira vez. Mais do que o sofrimento do grupo ao ver um amigo morrer, começa o terror psicológico que segue todos (e o público) pelo filme: estão longe da civilzação, longe da segurança. E podem morrer a qualquer minuto, indo parar, numa discussão que o filme levanta mais de uma vez, não se sabe onde. Nem todos compartilham a opinião de Ottway que o que devemos nos preocupar é esta vida, e não a chance de morrermos ou o que pode haver “do outro lado”.
O foco na sobrevivência traz consigo discussões sobre a própria base do que nos torna humanos. Frente à adversidade, cada um dos personagens mostra seu melhor e seu pior, e vemos que motivos para lutar ou para desistir não faltam. Ottway diversas vezes repete parte de um poema que dita o tema por trás de tudo: “Viver e morrer neste dia”. Conforme enfrentam campos gelados, neve e os lobos, muitas vezes as piores ameaças são intangíveis, como o medo ou a desconfiança.

BATMAN O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE
O Morcego Retorna Triunfante
Christopher Nolan conseguiu o impossível duas vezes. Primeiro, com “Batman Begins”, onde ele revitalizou a imagem do Homem Morcego, após todo o estrago que Joel Schumacher fez com sua imagem no cinema.
Depois, ele conseguiu superar sua obra, com o espetacular “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, um longa tão celebrado que sua ausência nas indicações a melhores filmes no Oscar de 2009, gerou verdadeiro ultraje entre os cinéfilos.
Agora, com o desfecho de sua trilogia, o mundo inteiro aguardava para saber se ele conseguirá corresponder as expectativas inumanas que se formaram a seu redor. Tenho certeza que haverão muitas pessoas que sairão do cinema reclamando e comparando este filme com seu antecessor (e pior, comparando Bane com Coringa, mas falo mais disso depois), mas acredito que a maioria esmagadora do público sairá mais do que satisfeita do cinema.
Batman se aposentou. Após a morte de Harvey Dent no longa anterior, a polícia de Gotham passou um pente fino na cidade e a livrou dos piores criminosos que a mesma tinha a oferecer. Antes um lugar de caos e violência, os habitantes de Gotham agora desfrutam de uma merecida paz.
Mas esta calmaria está para mudar com a chegada de Bane. Imenso, assustador e usando uma máscara que não lhe confere uma gota sequer de humanidade, o vilão viaja até Gotham com um intrincado plano de desestabilizar a cidade, econômica e moralmente, colocando-a em um estado de sítio. Ele tem os homens, a tecnologia e o conhecimento de como fazer isso, como um desastre natural, não parece haver nada que os homens comuns possam fazer para se proteger.
Resident Evil 6 recebe duras
críticas de sites especializados
Depois de testarem efetivamente a demonstração completa de Resident Evil 6 oferecida exclusivamente aos veículos especializados, os sites G1 e Shack News foram os primeiros a publicarem as suas primeiras impressões sobre o jogo. Ambos os críticos obtiveram acesso a pequenos trechos de todas as três campanhas presentes no título, e seus comentários, diferente do que se imaginava, não foram muito animadores para os fãs da franquia.
De acordo com o Shack News, Resident Evil 6 é “terrível, o pior game de toda a franquia“. A demonstração da campanha de Leon, embora possua gráficos bonitos e, em seus primeiros minutos, tenha sido empolgante na opinião do site, acabou se provando chata e monótona conforme o jogador avançava na fase. Já o cenário protagonizado por Chris, que é, sem dúvidas, mais voltado para a ação, deixa a situação ainda pior: é extremamente confuso, tanto para a exploração de cenários, quanto para os combates; possui graves problemas no sistema de cover e no respawn de inimigos, e chega até mesmo a fazer de RE6 “somente um shooter genérico“.
OS VINGADORES
Há um grande perigo em ir para o cinema com aquela expectativa colossal, esperando maravilhas e surpresas estonteantes de um filme. As campanhas publicitárias bem realizadas e alguns temas adaptados para o cinema atingem muito rápido o grande público e geram essa ansiedade que pode ser um grande mal, porque (e isso é comum de toda a humanidade) nós nos frustramos muito quando alguma coisa não atende as nossas altas expectativas.
Ao estabelecermos esse parâmetro, fica muito fácil compreender o motivo pelo qual Joss Whedon foi desacreditado e posto em questionamento por fãs e espectadores mais rigorosos quando lhe foi entregue a direção de Os Vingadores, a grande – e certeira – aposta da Marvel para um novo tempo das histórias de super-heróis. Acreditava-se que Whedon não atenderia as expectativas ao dirigir um filme dessa importância, e que era bem provável que o novaiorquino de longa e bem sucedida carreira na televisão fizesse de Os Vingadores um “Homem de Ferro 3”.
Com a estreia do filme no Brasil, as más línguas pagaram as pragas, os ranzinzas deram o braço a torcer e a nerdice tomou conta das salas, das conversas nas redes sociais e da crítica em geral, tudo isso porque Os Vingadores é certamente o melhor filme da Marvel já lançado, e com certeza, o melhor filme de reunião de super-heróis já realizado no cinema.
MADAGASCAR 3-OS PROCURADOS
Os quatro amigos do zoológico de Nova Iorque, Alex (voz de Ben Stiller no original), Marty (Chris Rock), Melman (David Schwimmer) e Gloria (Jada Pinkett Smith), decidem sair de onde estão na África para irem atrás dos pinguins e do Rei Julien (Sacha Baron Cohen), que se mandaram para Monte Carlo(!) no final do filme anterior e nunca voltaram. Alex não quer envelhecer na África e está com saudades da jaula em que vivia, seu “verdadeiro” lar, mas, para voltar, precisa do avião consertado pelas espertas aves que não voam.
Corta a cena e vemos o leão, a zebra, a girafa e o hipopótamo – com máscaras e snorkels – na costa mediterrânea, planejando a invasão do cassino onde certamente estarão seus comparsas. Não tentem entender como eles chegaram lá, apenas aceitem (mas não custava inventar alguma coisa no roteiro, não é mesmo?). O que se segue a isso é uma frenética e destrutiva fuga do principado, sob o encalço da obsessiva Capitã da Polícia de Animais, Chantel DuBois (Frances McDormand), que quer por que quer a cabeça de Alex pendurada em sua parede, juntamente com vários outros troféus tenebrosos dessa natureza.
O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA
Sinopse: A história de Peter Parker, um rapaz que foi
abandonado pelos seus pais enquanto criança e foi criado pelo seu tio
Ben e tia May. Como a maioria dos adolescentes, Peter tenta descobrir
quem ele é e como ele tem de ser como pessoa. Peter tenta também
encontrar o seu caminho com a sua primeira paixão Gwen Stacy, e juntos,
eles lutam com amor, compromisso e segredos. Quando Peter descobre uma
misteriosa mala que pertencia ao seu pai, ele começa uma busca para
tentar compreender o desaparecimento dos seus pais, o que o leva
directamente para Oscorp e para o laboratório do Doutor Curt Connors, o
ex-sócio do seu pai. Como o Homem-Aranha se encontra numa rota de
colisão com o alter ego de Connors, The Lizard, Peter vai tomar decisões
que vão mudar a sua vida, usando os seus poderes e alterando o seu
destino ao tornar-se um herói.
Crítica: O Fantástico Homem-Aranha nunca é um filme
aborrecido. Intercala-se com momentos de humor, momentos de acção e
momentos de reflexão. A aposta neste reboot tão prematuro poderia
redundar-se num falhanço crasso, mas O Fantástico Homem-Aranha consegue
superar a problemática da familiaridade do enredo e sustentar-se a si
mesmo como um reinício válido.